terça-feira, 2 de março de 2010

Maquete da cidade e do campo

Como estavamos abordar a casa onde cada um vive, decidimos reflectir nas características do meio onde as casas estão inseridas, ou seja, se é uma aldeia ou cidade.
Assim, depois de ouvir a história do João e a floresta de betão, e de dialogar em volta das características de cada meio, decidimos partir para a sua representação através de vários materiais reciclavéis, reflectindo como podiam ser usados. Desta forma, utilizamos várias técnicas:
- Recorte
- Colagem
- Carimbagem
- Pintura
- Representação gráfica
- Elaboração de origamis de animais
- Classificação: Formação do grupo dos animais domésticos, a partir de um conjunto diversificado de animais.
- Contorno de figuras geométricas e de figuras
Como mostram as figuras seguintes:














Construimos a seguinte maquete, mantendo certos elementos da anterior sobre os tipos de casas:

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Carnaval

O Carnaval é uma alegria para todas as crianças, visto se puderem fantasiar e "transformar" numa personagem do seu mundo encantado. Como o Projecto Educativo incide sobre a multiculturalidade decidimos que as fantasias deveriam retratar este tema, tendo as crianças que representar as diferentes culturas do mundo.
Assim, cada criança com ajuda da sua família vestiu-se a rigor. Mas, para além, de os pais colaborarem na celebração desta grande festa, no jardim, criamos máscaras com caixas de cereais,as quais foram pintadas com umas das cinco cores raciais, usando um carimbo em forma de espiral, e posteriormente, decoradas com diferentes materiais.







Como sem música não tem alegria o Carnaval criamos maracas com garrafas de plástico, com diferentes materiais (arroz, feijão, massa) no seu interior, tendo explorado os diferentes sons que são produzidos pelos diferentes materiais. E para as maracas ficar mais coloridas, pintamos-las com tintas.




Quando o grande dia chegou... fomos para a escola todos mascarados. De manhã para além de nos divertirmos, construimos uma história que inclui-se todas as fantasias,e de tarde, realizamos um grande lanche, seguido de um desfile em conjunto com a sala das joaninhas. No final, algumas crianças receberam diplomas e medalhas por terem a fantasia mais criativa e original, tendo sido o júri as próprias crianças.

Dia dos Namorados

Como no nosso Jardim de infância não deixamos passar nenhuma festividade em branco, festejamos o dia dos namorados com toda a alegria. No fundo, preparamos uma prenda para os nossos pais vistos eles serem sempre eternos namorados. Para que a prenda fosse bonita, criamos, com a ajuda da educadora, um poema sobre o que é ser namorados, depois de ouvirmos a história "Como o pai e a mãe se apaixonaram" de Katharina Hensel, e o produto final foi o seguinte:

Os meninos e as meninas amigos se tornam.
Mas, o coração começa a bater mais forte,
Que se apaixonam.

O amor sem amizade não resiste
Por mais que o amor insiste

De mãos dadas sempre andam,
Sem nunca se separar,
Pois, se amam.

Beijinhos e abraços dão,
Com muita paixão.

O amor se celebra dia a dia
Mas, existe um dia no ano
Para o celebrar
Como merecia

Para celebrar como deve ser
Prendas se trocam
Que os corações se alegram
Por tanto amor ter

Por vezes, entre namorados existem arrufos
Mas, docemente, tudo se resolve
Com os deliciosos arrufos.


Para representar o amor que os nossos pais têm um pelo outro fizemos corações em massa de moldar usando formas de coração, e depois juntamo-los com um alfinete e pintamos, ficando um lindo alfinete de dama para ser usado.








Por fim, para tornar a prenda ainda mais doce fizemos arrufos de namorados que aqui deixamos a receita, para se quiserem fazer:

Ingredientes:-125 g de açucar
-200 g de farinha
-125 g de manteiga
-50 g de uvas passas
-2ovos

Preparação:
Começa-se por bater a manteiga com açucar até ficar em creme.
De seguida, junta-se os ovos inteiros, ou seja, não se separa as gemas das claras, e continua-se a bater muito tempo.
Por fim, mistura-se a farinha e junta-se as passas.
Com o preparado finalizado, só falta untar a forma com manteiga e polvilhar com farinha para colocar o preparado no forno. Bom apetite:)




O resultado final da prenda foi o seguinte:






domingo, 7 de fevereiro de 2010

Poemas do constructor e do Carpinteiro

Já conhecemos a nossa família, e agora estamos a conhecer melhor a casa onde vivemos quer por fora, quer por dentro, conhecendo um pouco das pessoas que as constroem por fora e quem as apetrecha por dentro com mobiliário para se tornarem confortavéis e acolhedoras.
Aprendemos que quem faz as casas são os construtores como o Bob Construtor, e existem diversos tipos de casa consoante o material de que são feitas, tendo feito uma de cada material com pacotes de leite.





No final, fizemos uma chuva de ideias sobre o que aprendemos desta profissão, e a nossa educadora organizou as ideias, e criou um poema, o qual ilustramos.
O mesmo foi feito em relação ao carpinteiro, que aprendemos, através da história da "Alegoria das ferramentas", que constrói o mobiliário da nossa casa, com determinadas ferramentas.

Poema do Construtor

O construtor faz casas.
Para isso, luvas, capacete usa,
Pois da cabeça e das mãos não abusa.

Casas de tijolos altas faz,
Que são os prédios,
Que com ajuda das escadas e da grua,
É capaz.

A grua levanta as pedras e tijolos
Como um elevador,
Para o construtor não ficar com calor.

Com ajuda da areia, água e cimento
Os tijolos com uma pá se juntam,
Que nunca se derrubam.

Nos prédios, muitas pessoas vivem,
Dentro dos seus apartamentos
Convivem.

Casas de palha
Também faz,
Que se chamam
Cabanas que a muita gente satisfaz.
Ninguém sopra contra elas,
Que se não abanam,
E caem nas canelas.

Ainda as barracas constrói,
Com martelos, pregos, madeira,
Fita métrica e régua,
Como um herói.

Nada teme
Com a moto serra,
Tudo treme.

As máquinas sempre o estão acompanhar
Em qualquer lugar.

Com o balde e o pincel,
Tudo pinta,
Que tudo fica,
Sem nenhuma pinta.


Poema do Carpinteiro


O carpinteiro com madeira
Móveis para nossa casa faz,
Que cortou com a serra,
Com muito gás.

Com o martelo,
Os pregos martela,
Com muita cautela.
Para os dedos não magoar,
E não chorar.

Com os pregos e os parafusos
Que a chave de fendas aperta,
O móvel fica de pé
Que nem desaperta.

A lixa também falta faz.
Para pôr os móveis lisinhos,
Como um ás

O esquadro, o carpinteiro também usa
Para os móveis medir
E colocar
No seu lugar.

Para rematar,
O carpinteiro verniz tem de colocar,
Para a madeira não estragar,
E estar sempre a brilhar.



domingo, 17 de janeiro de 2010

Móbiles de Guarda-chuvas

Como tinhamos aprendido o ciclo da água e realizado uma experiência para perceber como se forma a chuva, decidimos decorar quarda-chuvas usando as cores primárias e a junção destas para formar as cores secundárias. Assim, enquanto, as crianças de 4 anos decoraram os guarda-chuvas com papel celofane das cores primárias e depois sobreposeram para a formação das cores secundárias, as crianças de 3 anos pintaram com tintas fazendo a mistura das cores primárias para surgirem as outras. As crianças adoraram ver o surgimento das novas cores e o efeito final dos guarda-chuvas no corredor do jardim.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Viagem da gotinha de água

Como estamos na estação do Inverno e uma das caracteristicas desta estações é a ocorrência de chuvas, ouvimos uma história sobre o que acontece a uma gotinha de água quando cai das nuvens. A partir dessa história criamos uma maquete, a qual foi sugerida pela educadora Sara, à qual agradecemos imenso. Essa maquete tinha como objectivo ilustrar a história e aumentar a sua compreensão. Como sempre trabalhamos unidos e nesta situação não fugimos à regra, dividindo tarefas para essa construção, de forma que todos contribuissem para esse produto final.
Assim uns decoraram as nuvens, outros as montanhas, outros recriaram um rio e o mar e outros uma planicie com casas e pessoas com guarda-chuvas.




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Com a finalização da construção as crianças fizeram o reconto com base nela movimentando para isso os seus diversos elementos que eram movéis.
Como o interesse por a viagem de uma gota de água nos entusiasmou, realizamos uma experiência para compreender porque é que chove.
Para isso, foram precisos os seguintes materiais:

- Taça transparente
- Copo
- Prato de Alumínio
- Gelo
- água Quente


Para a realização da experiência colocamos numa taça transparente, água quente e de seguida um copo de vidro vazio com a boca para cima. O corpo servia como medidor de chuva. Cobriu-se a taça com um prato de alumínio e colocou-se pedaços de gelo em cima deste.
O prato com gelo representava a atmosfera fria, e a água quente a água dos mares aquecida pelo Sol.



Com esta experiência observamos e aprendemos muitas coisas:- Algo chama-se transparente quando se vê através dele.
- Gelo
Tacto
É frio
É duro
Molha tudo porque está a derreter por causa do calor, voltando a ser água novamente.

Visão
Tem várias figuras geométricas: circulo, quadrado, rectângulo dependendo do ponto de vista
O gelo é água que congelou quando foi para o congelador do frigorifico, pois este é muito frio.
Da água quente sai um "fuminho" (vapor de água), que são as gotinhas de água a subir. Estas quando batem contra uma taça fria voltam a ser água.
Esse fuminho é quente e molha a mão.

Número de Sílabas dos Nossos Nomes

Como descobrimos que as palavras se dividem em vários bocadinhos chamados sílabas, e estamo-nos a conhecer cada vez mais, sendo o nosso nome uma parte da nossa identidade, decidimos saber quantos bocadinhos tinha o nome de cada menino,vendo qual o número de bocadinhos que existe em maior número na nossa sala.
Assim as crianças em conjunto com a educadora bateram as palmas por cada sílaba de cada nome registando o número de sílabas. Cada sílaba tinha uma cor, a qual se mantinha em todos os nomes para uma mais fácil percepção da quantidade das mesmas.
À medida que iam dividindo e contando as sílabas, a educadora ia escrevendo o nome no número das sílabas correspondente, com a indicação das crianças.
No final, fez-se a contagem dos nomes consoante o número de sílabas, e verificou-se qual o número de sílabas por cada nome que era mais frequente, registando esse algarismo.