Esta história está engraçada! Este pluto é esperto!
Diogo
Nome do Brinquedo: PLUTO
PLUTO E O SEU AMIGO COELHO
Como todos sabem, o Pluto adora caçar. Ele é um bom caçador!
Hoje saiu muito cedo para caçar e, por isso não andava ao pé do Mickey. Foi para o pinhal apanhar coelhos, a sua presa preferida. Levou consigo uma coleira verde com o seu nome gravado e, com a pressa até se esqueceu de deixar a trela.
Assim, conforme andava, a trela arrastava-se e fazia barulho. Na verdade, um grande barulho!
Pluto nem se apercebeu mas os coelhos não apareciam pois, com o ruído da trela eles escondiam-se nas suas tocas.
Só mais tarde, quando estava quase a anoitecer e no pinhal era tudo mais silencioso é que Pluto percebeu que a sua trela fazia barulho e não lhe permitia caçar.
Como já estava noite, o Pluto regressou a casa e reencontrou o caminho farejando. Porém, ele viu uma coisa no chão a brilhar. Parecia uma estrela mas, afinal era uma medalha de ouro com a imagem do Mickey e Mini.
Pluto correu até casa para lhes dar a medalha. Ao vê-la, o Mickey e a Mini perguntaram:
- Onde a encontraste Pluto?
- Estava no Pinhal. Encontrei-a quando regressava para casa.
- Quem bom! Esta medalha tinha sido oferecida pelas borboletas, no dia do nosso casamento. Quando fomos fazer um piquenique perdemo-la e nunca mais a encontramos. – disseram o Mickey e a Mini
Pois então fiquem com ela. Agora vou para minha casa porque amanhã vou à caça novamente e preciso acordar cedo.
E assim, o Pluto foi até à Aldeia dos Cães na Rua dos Caçadores, nº 99 e dormiu.
No dia seguinte foi à caça, desta vez sem trela e rapidamente viu vários coelhos a sair das suas tocas e a correr para o prado. Pluto lançou-se sobre um coelho grande para o caçar mas ele começou a chorar alto e pediu:
- Por favor! Não me mates. Eu sou o Coelho da Páscoa! – suplicou o coelho
Ao ouvir isto, Pluto pasmou.
- Será mesmo verdade? Não pode ser! – pensou o Pluto
- Sim! Sou o coelho da Páscoa e tenho muito que fazer. Preciso distribuir os ovinhos pelos jardins de todas as casas que têm crianças. Se me matares as crianças não terão ovos. – explicou o coelho.
Pluto ficou com pena e não o caçou. Pelo contrário, até se ofereceu para ajudar.
Assim, todas as casas tiveram, nos seus jardins, ovos escondidos.
No dia de Páscoa as crianças procuraram os ovos no meio das flores, na relva e por detrás das árvores. E desta vez, os ovos tinham uma mensagem escrita:
- Do Pluto e do Coelho da Páscoa com amizade.
E a partir daquele dia, o Pluto não voltou a caçar coelhos. Agora ele costuma caçar raposas que são muito matreiras.
Mas o Pluto diverte-se muito e também é muito esperto e por isso, nunca cai numa armadilha. Ele dá saltos bem altos e conta com a ajuda do coelho da Páscoa, o seu novo amigo.
Por isso, não se admirem se, por acaso, virem o Pluto abraçado a um coelho com uma cesta cheia de ovos de chocolate. Podem crer que não é um disparate!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
A mota que falava de mais e o menino que falava de menos
Gonçalo
Nome do Brinquedo: MOTO RÁPIDA
A MOTA QUE FALAVA DE MAIS E O MENINO QUE FALAVA DE MENOS
Por acaso já ouviram falar de uma moto rápida que falava?
Concerteza que não mas, vamos hoje, aqui e agora explicar-vos tudo.
Na Rua das Pistas, nº 5 – Cidade dos Motards - vivia essa mota que era muito faladora. Metia conversa com toda a gente e, às vezes, até era muito chata porque não deixava ninguém falar. Até mesmo quando ía a correr, a mota estava sempre a falar e desconcentrava as outras colegas motas. Algumas até já levavam algodão nos ouvidos só para não a ouvir.
Mas a mota não se importava e falava cada vez mais alto. E mais, ela também tinha outro defeito. Era muito gulosa e comia tudo o que lhe aparecia pela frente, desde que tivesse açúcar. Às vezes, nas concentrações ela apanhava as colegas distraídas e comia o lanche delas.
Ninguém gostava de conviver assim com uma mota tão faladora e tão gulosa.
Foi então, que as outras colegas, resolveram fazer uma magia que fizesse com que a mota rápida parasse de falar.
Assim, de noite, quando a mota rápida estava a descansar, as motas fizeram uma limonada com pós mágicos. Quem bebesse essa limonada deixava de falar muito.
De manhã, quando acordou, a mota não percebeu porque estava ali, em cima da mesa, uma limonada. Mas como estava calor ela bebeu dois copos. Depois telefonou ao seu melhor amigo pois queria passear com ele. No relógio o ponteiro pequeno estava nas 10 horas e o ponteiro dos minutos marcava no 12. Eram portanto, 10:00 horas certas quando o amigo Gonçalo chegou.
Vinha muito cansado e transpirado porque fez uma longa caminhada para chegar à Rua das Pistas.
A moto rápida Faladora disse-lhe:
- Tenho aqui limonada. Bebe um pouco para refrescares.
O Gonçalo disse:
- Até pode ser. Tenho mesmo muita sede.
E assim, o Gonçalo bebeu quatro copos de limonada.
Ora, já devem estar a pensar no que aconteceu.
É mesmo verdade! A mota passou a falar de forma muito normal e correcta; já o seu amigo Gonçalo quase que perdeu a fala. Ainda hoje fala pouco e baixinho. Ainda bem que no jarro de limonada ficou ainda um bocadinho! Caso contrário, o Gonçalo perdia a voz tudo por causa dos mágicos pós.
Mas no Reino das Cerejinhas, anda tudo a investigar uma planta mágica que ponha o Gonçalo a falar.
Já agora, se alguém conhecer faça o favor de nos fornecer!
Nome do Brinquedo: MOTO RÁPIDA
A MOTA QUE FALAVA DE MAIS E O MENINO QUE FALAVA DE MENOS
Por acaso já ouviram falar de uma moto rápida que falava?
Concerteza que não mas, vamos hoje, aqui e agora explicar-vos tudo.
Na Rua das Pistas, nº 5 – Cidade dos Motards - vivia essa mota que era muito faladora. Metia conversa com toda a gente e, às vezes, até era muito chata porque não deixava ninguém falar. Até mesmo quando ía a correr, a mota estava sempre a falar e desconcentrava as outras colegas motas. Algumas até já levavam algodão nos ouvidos só para não a ouvir.
Mas a mota não se importava e falava cada vez mais alto. E mais, ela também tinha outro defeito. Era muito gulosa e comia tudo o que lhe aparecia pela frente, desde que tivesse açúcar. Às vezes, nas concentrações ela apanhava as colegas distraídas e comia o lanche delas.
Ninguém gostava de conviver assim com uma mota tão faladora e tão gulosa.
Foi então, que as outras colegas, resolveram fazer uma magia que fizesse com que a mota rápida parasse de falar.
Assim, de noite, quando a mota rápida estava a descansar, as motas fizeram uma limonada com pós mágicos. Quem bebesse essa limonada deixava de falar muito.
De manhã, quando acordou, a mota não percebeu porque estava ali, em cima da mesa, uma limonada. Mas como estava calor ela bebeu dois copos. Depois telefonou ao seu melhor amigo pois queria passear com ele. No relógio o ponteiro pequeno estava nas 10 horas e o ponteiro dos minutos marcava no 12. Eram portanto, 10:00 horas certas quando o amigo Gonçalo chegou.
Vinha muito cansado e transpirado porque fez uma longa caminhada para chegar à Rua das Pistas.
A moto rápida Faladora disse-lhe:
- Tenho aqui limonada. Bebe um pouco para refrescares.
O Gonçalo disse:
- Até pode ser. Tenho mesmo muita sede.
E assim, o Gonçalo bebeu quatro copos de limonada.
Ora, já devem estar a pensar no que aconteceu.
É mesmo verdade! A mota passou a falar de forma muito normal e correcta; já o seu amigo Gonçalo quase que perdeu a fala. Ainda hoje fala pouco e baixinho. Ainda bem que no jarro de limonada ficou ainda um bocadinho! Caso contrário, o Gonçalo perdia a voz tudo por causa dos mágicos pós.
Mas no Reino das Cerejinhas, anda tudo a investigar uma planta mágica que ponha o Gonçalo a falar.
Já agora, se alguém conhecer faça o favor de nos fornecer!
O sonho de Mariana
Catarina
Nome do Brinquedo: BONECA MARIANA
O SONHO DE MARIANA
Era uma vez a boneca Mariana que vivia na Vila dos Brinquedos, na Rua das Bonequinhas nº3. Gostava muito de fazer penteados e normalmente andava sempre muito engraçada com dois totós.
Era habitual ver a boneca Mariana no jardim a brincar com as suas amigas. Desta vez, estavam a brincar às escondidas. Mariana escondeu-se atrás de uma enorme pedra longe do jardim. Entretanto, sem dar conta, deu três passos atrás e caiu abaixo da parede.
As amigas não a conseguiram encontrar.
Procuraram por todo o jardim, atrás das árvores, junto das flores, no lago dos patos, na casa das ferramentas e nada… nenhum sinal de Mariana!
Enquanto isso, Mariana estava nas nuvens. Sim! Podem acreditar. Mariana tinha caído mesmo em cima de uma nuvem e por isso não se tinha magoado.
Apenas estava um pouco tonta pois, não conseguia perceber como é que uma nuvem “tão fofinha” estava ali no chão.
Mas a nuvem explicou:
- Quem me enviou cá para baixo foi o Menino Jesus. Eu tenho de proteger quem precisa. Ele mandou-me.
- Então foi isso que tu fizeste comigo?
- Sim é verdade!
- És um anjo da guarda? Todos nós temos um, não é?
- Sim! Eu sou o anjinho que protege as bonequinhas. Por isso, sou diferente. Não tenho asas mas gosto de ajudar e consigo voar suavemente.
- Olha! Eu tenho um sonho. Gostava de conhecer o céu. Levas-me lá?
- Pode ser. Vai agarra-te a mim. Vamos até ao espaço. E lá foram. Já no alto, bem no alto a Mariana viu as amigas no jardim, à sua procura: Então gritou:
- Ei! Amigas! Estou aqui!
As amigas olharam para cima e viram Mariana na nuvem. Claro que ficaram espantadas e ao mesmo tempo assustadas.
Mas a boneca continuou:
- Fiquem descansadas. Eu estou bem. Esperem aí por mim.
E assim a Mariana chegou ao céu e lá encontrou aquilo que não imaginava: um jardim com todo o tipo de flores, muito perfumado e iluminado pelas estrelas cintilantes.
Ela tentou trazer uma flor, uma única flor mas o anjo disse-lhe:
- Não podes! Este é o jardim do Menino Jesus e de cada vez que alguém vem ao céu, Ele semeia uma nova flor. Também vais ter a tua, aqui plantada!
- A boneca Mariana ficou radiante! Que alegria que ela sentiu!
Depois o anjo nuvem disse:
- Anda! Tens de descer!
- Já? Eu quero ficar mais tempo.
- Não podes. As regras deste jardim são assim! Outros também querem vir e só pode entrar um de cada vez. Tem de ser! Mas podes levar no teu nariz um pouco deste perfume e no teu pensamento a imagem maravilhosa deste jardim.
- Sim! Eu vou guardar esta imagem no meu coração.
E desceram muito suavemente até ao jardim da terra.
As amigas estavam ali á espera ainda preocupadas. A boneca Mariana contou-lhes tudo mas elas nem conseguiam acreditar!
E nós só acreditamos porque nas histórias tudo pode acontecer. Até podemos ir ao céu e voltar a descer.
Nome do Brinquedo: BONECA MARIANA
O SONHO DE MARIANA
Era uma vez a boneca Mariana que vivia na Vila dos Brinquedos, na Rua das Bonequinhas nº3. Gostava muito de fazer penteados e normalmente andava sempre muito engraçada com dois totós.
Era habitual ver a boneca Mariana no jardim a brincar com as suas amigas. Desta vez, estavam a brincar às escondidas. Mariana escondeu-se atrás de uma enorme pedra longe do jardim. Entretanto, sem dar conta, deu três passos atrás e caiu abaixo da parede.
As amigas não a conseguiram encontrar.
Procuraram por todo o jardim, atrás das árvores, junto das flores, no lago dos patos, na casa das ferramentas e nada… nenhum sinal de Mariana!
Enquanto isso, Mariana estava nas nuvens. Sim! Podem acreditar. Mariana tinha caído mesmo em cima de uma nuvem e por isso não se tinha magoado.
Apenas estava um pouco tonta pois, não conseguia perceber como é que uma nuvem “tão fofinha” estava ali no chão.
Mas a nuvem explicou:
- Quem me enviou cá para baixo foi o Menino Jesus. Eu tenho de proteger quem precisa. Ele mandou-me.
- Então foi isso que tu fizeste comigo?
- Sim é verdade!
- És um anjo da guarda? Todos nós temos um, não é?
- Sim! Eu sou o anjinho que protege as bonequinhas. Por isso, sou diferente. Não tenho asas mas gosto de ajudar e consigo voar suavemente.
- Olha! Eu tenho um sonho. Gostava de conhecer o céu. Levas-me lá?
- Pode ser. Vai agarra-te a mim. Vamos até ao espaço. E lá foram. Já no alto, bem no alto a Mariana viu as amigas no jardim, à sua procura: Então gritou:
- Ei! Amigas! Estou aqui!
As amigas olharam para cima e viram Mariana na nuvem. Claro que ficaram espantadas e ao mesmo tempo assustadas.
Mas a boneca continuou:
- Fiquem descansadas. Eu estou bem. Esperem aí por mim.
E assim a Mariana chegou ao céu e lá encontrou aquilo que não imaginava: um jardim com todo o tipo de flores, muito perfumado e iluminado pelas estrelas cintilantes.
Ela tentou trazer uma flor, uma única flor mas o anjo disse-lhe:
- Não podes! Este é o jardim do Menino Jesus e de cada vez que alguém vem ao céu, Ele semeia uma nova flor. Também vais ter a tua, aqui plantada!
- A boneca Mariana ficou radiante! Que alegria que ela sentiu!
Depois o anjo nuvem disse:
- Anda! Tens de descer!
- Já? Eu quero ficar mais tempo.
- Não podes. As regras deste jardim são assim! Outros também querem vir e só pode entrar um de cada vez. Tem de ser! Mas podes levar no teu nariz um pouco deste perfume e no teu pensamento a imagem maravilhosa deste jardim.
- Sim! Eu vou guardar esta imagem no meu coração.
E desceram muito suavemente até ao jardim da terra.
As amigas estavam ali á espera ainda preocupadas. A boneca Mariana contou-lhes tudo mas elas nem conseguiam acreditar!
E nós só acreditamos porque nas histórias tudo pode acontecer. Até podemos ir ao céu e voltar a descer.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Um Lanche diferente!
Os caracois e o seu amigo Jipe Mayer
Ter amigos é bom!
José
Nome do Brinquedo: JIPE MAYER
OS CARACOIS E O SEU AMIGO JIPE MAYER
Andava o Jipe Mayer a fazer rali na montanha, quando de repente apercebeu-se que uma parte da montanha estava coberta de pequenos moluscos que levavam as suas casas às costas.
Mayer parou imediatamente. Nunca tinha visto uma montanha assim; tão cheia de caracóis. Estava muito curioso!
Será que havia ali uma festa de caracóis? Será que estavam ali para ver o rali? Será que estavam a apreciar a natureza?
O jipe, muito curioso, perguntou aos caracóis:
- Olá. Viva! O que fazem aqui?
- Estamos à procura do sol. Vamos subir e no pico da montanha estaremos mais próximos dessa estrela quente e brilhante que nos aquece. – disseram os caracóis
- E para que querem o sol? Querem ficar morenos? – continuou o Jipe
- Não! Queremos ficar quentinhos e colocar os nossos pauzinhos ao sol. – disseram os caracóis prontamente
- Mas vocês são muito lentos. Vão demorar muito tempo a chegar lá cima.
- Não faz mal! Quando estivermos cansados paramos e descansamos dentro das nossas casinhas. – explicaram os caracóis
- Muito bem! Vocês pensaram em tudo - disse o Jipe Maier
O Jipe desceu a montanha e foi para a sua garagem que ficava na Planície do Oxigénio, na Rua das Folhas Verdes, nº4.
Passou a noite a pensar nos caracóis.
Coitados! Iam demorar muitas horas, muitos minutos e muitos segundos a chegar ao cimo da montanha. E talvez, quando chegassem estivesse a chover. Assim, não iam sentir o sol!
No dia seguinte, Maier foi a correr até à montanha. Os caracóis quase não tinham saído do mesmo sítio. Eles são mesmo lentos!
Então Maier decidiu levá-los à sua boleia e depressa chegaram ao destino.
Foi muito bonito vê-los, todos com os seus corninhos ao sol. Quando o sol foi deitar-se junto ao mar, os caracóis quiseram descer.
Maier ofereceu novamente boleia mas eles recusaram. Assim, meteram-se nas suas casinhas e rolaram pela montanha abaixo. Pareciam pequenos pneus castanho escuros!
Maier ficou espantado com a criatividade de pequenos moluscos. Quando chegou à sua rua, lá estavam os caracóis a alimentar-se de pequenas folhas verdes, muito frescas e muito tenras.
Ao vê-lo os caracóis disseram:
- Foi muito interessante a nossa subida
E a tua ajuda foi preciosa
Mas achamos que a nossa descida
Foi muito mais engenhosa
E Maier respondeu:
- Acho muito interessante
A vossa criatividade
Mas o mais cativante
É a nossa amizade
E com estas rimas de amigos a nossa história acabou mas… a amizade de Maier e dos caracóis ainda agora começou.
José
Nome do Brinquedo: JIPE MAYER
OS CARACOIS E O SEU AMIGO JIPE MAYER
Andava o Jipe Mayer a fazer rali na montanha, quando de repente apercebeu-se que uma parte da montanha estava coberta de pequenos moluscos que levavam as suas casas às costas.
Mayer parou imediatamente. Nunca tinha visto uma montanha assim; tão cheia de caracóis. Estava muito curioso!
Será que havia ali uma festa de caracóis? Será que estavam ali para ver o rali? Será que estavam a apreciar a natureza?
O jipe, muito curioso, perguntou aos caracóis:
- Olá. Viva! O que fazem aqui?
- Estamos à procura do sol. Vamos subir e no pico da montanha estaremos mais próximos dessa estrela quente e brilhante que nos aquece. – disseram os caracóis
- E para que querem o sol? Querem ficar morenos? – continuou o Jipe
- Não! Queremos ficar quentinhos e colocar os nossos pauzinhos ao sol. – disseram os caracóis prontamente
- Mas vocês são muito lentos. Vão demorar muito tempo a chegar lá cima.
- Não faz mal! Quando estivermos cansados paramos e descansamos dentro das nossas casinhas. – explicaram os caracóis
- Muito bem! Vocês pensaram em tudo - disse o Jipe Maier
O Jipe desceu a montanha e foi para a sua garagem que ficava na Planície do Oxigénio, na Rua das Folhas Verdes, nº4.
Passou a noite a pensar nos caracóis.
Coitados! Iam demorar muitas horas, muitos minutos e muitos segundos a chegar ao cimo da montanha. E talvez, quando chegassem estivesse a chover. Assim, não iam sentir o sol!
No dia seguinte, Maier foi a correr até à montanha. Os caracóis quase não tinham saído do mesmo sítio. Eles são mesmo lentos!
Então Maier decidiu levá-los à sua boleia e depressa chegaram ao destino.
Foi muito bonito vê-los, todos com os seus corninhos ao sol. Quando o sol foi deitar-se junto ao mar, os caracóis quiseram descer.
Maier ofereceu novamente boleia mas eles recusaram. Assim, meteram-se nas suas casinhas e rolaram pela montanha abaixo. Pareciam pequenos pneus castanho escuros!
Maier ficou espantado com a criatividade de pequenos moluscos. Quando chegou à sua rua, lá estavam os caracóis a alimentar-se de pequenas folhas verdes, muito frescas e muito tenras.
Ao vê-lo os caracóis disseram:
- Foi muito interessante a nossa subida
E a tua ajuda foi preciosa
Mas achamos que a nossa descida
Foi muito mais engenhosa
E Maier respondeu:
- Acho muito interessante
A vossa criatividade
Mas o mais cativante
É a nossa amizade
E com estas rimas de amigos a nossa história acabou mas… a amizade de Maier e dos caracóis ainda agora começou.
O Bobi e o Mealheiro
Este cãozinho é mesmo especial!
João
Nome do Brinquedo: BOBI CÃO
O BOBI E O MEALHEIRO
Era uma vez o cão Bobi que vivia numa casinha azul, na rua dos Cãezinhos Felizes, nº 75, na Vila dos Ossos.
Estávamos no início da Primavera e Bobi andava à procura de carne para comer. Procurou em sua casa, no jardim e na Rua dos Ossos mas só encontrou mesmo “ossos” para roer. Os ossos faziam-lhe sede mas, como não tinha mãos nada teve de se contentar.
Sentado ao pé da sua casa, passava as manhãs a roer ossinhos. Mas uma manhã ele teve uma miragem!
À sua frente passava um cão, de bicicleta, com cinco sacos transparentes, cheios de salpicões, chouriços, costelinhas e muita carne fresca.
Ah! E no último saco levava duas garrafas de água muito limpa e muito fresca.
Bobi estava com um ar triste e com o estômago vazio. Já o outro cão tinha um rosto muito feliz e notava-se que tinha a “barriguinha cheia”.
Bobi atravessou-se à frente da bicicleta e tentou falar com o outro cão. Então começou:
- Olá! Como te chamas? Nunca te vi por aqui! Moras cá na rua?
O outro cão respondeu:
- Chamo-me Farrusco e vivo na Rua do Churrasco. Estou cá há pouco tempo.
- Olha! Desculpa lá a pergunta mas, onde arranjaste tanta carne? Tem cá um cheirinho tão agradável!
- Comprei-a no talho para fazer bolas de carne.
- Ai! Até me dá água na boca! – disse o Bobi
- Não seja por isso, podes vir hoje à minha casa jantar comigo.
- Obrigada. Eu aceito! Estou mesmo cansado de comer só ossos.
E o Bobi continuou:
- Já agora diz-me; onde arranjaste dinheiro para comprar tanta carne?
- São as minhas economias. Juntei-as durante muito tempo. Agora comprei carne porque é o meu alimento preferido.
- Ah! Que boa ideia. Eu quando recebia moedas costumava a comprar chicletes e passo os dias a fazer bolas com a boca. Era divertido mas ficava sempre cheio de fome!
- Olha! Pois então aprende comigo. Arranja um mealheiro ou uma carteira e junta moedas para gastar em comida saudável. Poderás comprar um número infinito de coisas boas!
À noite, os dois novos amigos tiveram um jantar delicioso.
Bobi agradeceu o amigo e quando regressou a casa arranjou imediatamente um mealheiro feito de um osso oco. Era um mealheiro muito especial!
Por sorte, logo de manhã bem cedinho, Bobi encontrou uma moeda de um euro quando estava a farejar.
Foi a sua primeira economia. O Bobi nunca mais ficou sem carne, desde aquele bendito dia!
João
Nome do Brinquedo: BOBI CÃO
O BOBI E O MEALHEIRO
Era uma vez o cão Bobi que vivia numa casinha azul, na rua dos Cãezinhos Felizes, nº 75, na Vila dos Ossos.
Estávamos no início da Primavera e Bobi andava à procura de carne para comer. Procurou em sua casa, no jardim e na Rua dos Ossos mas só encontrou mesmo “ossos” para roer. Os ossos faziam-lhe sede mas, como não tinha mãos nada teve de se contentar.
Sentado ao pé da sua casa, passava as manhãs a roer ossinhos. Mas uma manhã ele teve uma miragem!
À sua frente passava um cão, de bicicleta, com cinco sacos transparentes, cheios de salpicões, chouriços, costelinhas e muita carne fresca.
Ah! E no último saco levava duas garrafas de água muito limpa e muito fresca.
Bobi estava com um ar triste e com o estômago vazio. Já o outro cão tinha um rosto muito feliz e notava-se que tinha a “barriguinha cheia”.
Bobi atravessou-se à frente da bicicleta e tentou falar com o outro cão. Então começou:
- Olá! Como te chamas? Nunca te vi por aqui! Moras cá na rua?
O outro cão respondeu:
- Chamo-me Farrusco e vivo na Rua do Churrasco. Estou cá há pouco tempo.
- Olha! Desculpa lá a pergunta mas, onde arranjaste tanta carne? Tem cá um cheirinho tão agradável!
- Comprei-a no talho para fazer bolas de carne.
- Ai! Até me dá água na boca! – disse o Bobi
- Não seja por isso, podes vir hoje à minha casa jantar comigo.
- Obrigada. Eu aceito! Estou mesmo cansado de comer só ossos.
E o Bobi continuou:
- Já agora diz-me; onde arranjaste dinheiro para comprar tanta carne?
- São as minhas economias. Juntei-as durante muito tempo. Agora comprei carne porque é o meu alimento preferido.
- Ah! Que boa ideia. Eu quando recebia moedas costumava a comprar chicletes e passo os dias a fazer bolas com a boca. Era divertido mas ficava sempre cheio de fome!
- Olha! Pois então aprende comigo. Arranja um mealheiro ou uma carteira e junta moedas para gastar em comida saudável. Poderás comprar um número infinito de coisas boas!
À noite, os dois novos amigos tiveram um jantar delicioso.
Bobi agradeceu o amigo e quando regressou a casa arranjou imediatamente um mealheiro feito de um osso oco. Era um mealheiro muito especial!
Por sorte, logo de manhã bem cedinho, Bobi encontrou uma moeda de um euro quando estava a farejar.
Foi a sua primeira economia. O Bobi nunca mais ficou sem carne, desde aquele bendito dia!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Tartaruga Ninja Alex Voltou à Luta
Está muito engraçada!
João Pedro
Nome do Brinquedo: TARTARUGA NINJA ALEX
TARTARUGA NINJA ALEX VOLTOU À LUTA
Era uma vez a tartaruga Ninja Alex que vivia no lago Azul, nº 44.
A sua actividade preferida era a luta livre, por isso andava sempre com uma espada. Às vezes, acordava, ainda de noite, espreitava à janela só para verificar se as suas amigas estavam à sua espera. Como não estavam, voltava a meter a cabeça dentro da sua carapaça e descansava mais um pouco.
E, quando o sol aparecia a tartaruga Alex era a primeira a ficar pronta para a luta.
Mas… hoje todas as suas amigas estavam prontas e Alex não aparecia.
O que teria acontecido?
Resolveram bater à porta e esperaram que a tartaruga Alex abrisse.
Entretanto, ela surgiu à porta embrulhada em cobertores e sempre, sempre a espirrar:
- Acthim! Acthim!
E quando espirrava a sua carapaça desmontava-se.
Então, Alex pegava nas peças e montava-as como se fosse um puzzle.
As amigas perceberam que ela estava mesmo muito doente e ofereceram-se para leva-la ao veterinário.
Para isso, colocaram-na numa maca e carregaram-na até ao barco da Cruz Vermelha. O consultório ficava na outra margem do lago e a viagem tinha de ser feita com calma e tranquilidade.
Durante a viagem a tartaruga Alex espirrou muitas vezes e algumas peças da carapaça caíam à água. Porém, os peixes, muito atenciosos, atiravam-nas novamente para o barco. Assim, Alex chegou ao veterinário com a carapaça completa.
O veterinário disse que ela estava com uma grande gripe pois tinha dormido com os pés fora da cama. Agora precisava tomar xarope e descansar durante um semana. Só depois poderia voltar a lutar.
Para a tartaruga Alex esta notícia foi muito desagradável. Ela não estava habituada a ficar em casa tanto tempo, sem lutar.
Durante essa semana, as amigas foram, sempre visitá-la e levavam-lhe DVD´s de Luta livre para ela aprender alguns truques novos.
Depois de sete dias Alex estava curada e pôde regressar às suas lutas e… para dizer a verdade verdadeira, a lutar Alex era sempre a primeira!
João Pedro
Nome do Brinquedo: TARTARUGA NINJA ALEX
TARTARUGA NINJA ALEX VOLTOU À LUTA
Era uma vez a tartaruga Ninja Alex que vivia no lago Azul, nº 44.
A sua actividade preferida era a luta livre, por isso andava sempre com uma espada. Às vezes, acordava, ainda de noite, espreitava à janela só para verificar se as suas amigas estavam à sua espera. Como não estavam, voltava a meter a cabeça dentro da sua carapaça e descansava mais um pouco.
E, quando o sol aparecia a tartaruga Alex era a primeira a ficar pronta para a luta.
Mas… hoje todas as suas amigas estavam prontas e Alex não aparecia.
O que teria acontecido?
Resolveram bater à porta e esperaram que a tartaruga Alex abrisse.
Entretanto, ela surgiu à porta embrulhada em cobertores e sempre, sempre a espirrar:
- Acthim! Acthim!
E quando espirrava a sua carapaça desmontava-se.
Então, Alex pegava nas peças e montava-as como se fosse um puzzle.
As amigas perceberam que ela estava mesmo muito doente e ofereceram-se para leva-la ao veterinário.
Para isso, colocaram-na numa maca e carregaram-na até ao barco da Cruz Vermelha. O consultório ficava na outra margem do lago e a viagem tinha de ser feita com calma e tranquilidade.
Durante a viagem a tartaruga Alex espirrou muitas vezes e algumas peças da carapaça caíam à água. Porém, os peixes, muito atenciosos, atiravam-nas novamente para o barco. Assim, Alex chegou ao veterinário com a carapaça completa.
O veterinário disse que ela estava com uma grande gripe pois tinha dormido com os pés fora da cama. Agora precisava tomar xarope e descansar durante um semana. Só depois poderia voltar a lutar.
Para a tartaruga Alex esta notícia foi muito desagradável. Ela não estava habituada a ficar em casa tanto tempo, sem lutar.
Durante essa semana, as amigas foram, sempre visitá-la e levavam-lhe DVD´s de Luta livre para ela aprender alguns truques novos.
Depois de sete dias Alex estava curada e pôde regressar às suas lutas e… para dizer a verdade verdadeira, a lutar Alex era sempre a primeira!
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