sábado, 8 de agosto de 2009

O Vestido Voador!

Aqui vai a última história!
Está mesmo original! Nunca tinha lido nenhuma assim. Para a dona deste "brinquedo" um abraço muito grande de todo o Reino das Cerejinhas!

Ilda
Nome do brinquedo: VESTIDO

O VESTIDO VOADOR

Certo dia, estava um vestido azul aos quadradinhos brancos, numa gaveta guardado quando, uma menina de cabelo encaracolado pegou nele apara o usar.
Porém, antes de o vestir, a menina abriu a janela do seu quarto para sentir o cheirinho perfumado da Primavera. Ora, o vestido, que estava agora poisado em cima da cama, não hesitou e voou pela janela fora!
A menina ainda tentou agarrá-lo mas não adiantou.
O vestido sobrevoou pelos campos, pelos jardins e pelos telhados das casas e poisou num belo jardim cheio de flores variadas.
As joaninhas que estavam por ali, viram o vestido e foram até ele. Poisaram no vestido para senti-lo. Mas o vestido começou a voar e as Joaninhas agarraram-se e foram com ele até ao espaço.
No espaço viram uma nave espacial e também alguns astronautas. Andavam a investigar os planetas e as fases da lua.
O vestido parecia um tapete mágico e flutuava juntamente com as joaninhas. Porém, entretanto começou a escurecer e o vestido desceu lentamente até à terra. Desta vez poisou na areia de uma praia onde as águas eram muito cristalinas. O vestido ficou ali a admirar tudo aquilo. Ele nunca tinha visto uma praia tão bela! E as joaninhas, essas nunca mais se despegaram do vestido pois, com ele conseguiram conhecer aquilo que nunca tinham imaginado.
Mas a s aventuras não acabaram por aqui!
Quando o vestido se preparava para voar novamente, uma gaivota levou-o no bico. O vestido estava assustado! Ela não conseguia soltar-se pois, o bico da gaivota estava a apertá-lo e muito!
As joaninhas, também estavam preocupadas e com medo de ir parar a algum lugar perigoso.
Voaram ainda durante alguns segundos quando, de repente, a gaivota parou. Ela poisou em cima de um estendal de roupa lavada. Cheirava a flores do campo. A gaivota largou ali o vestido e voou bem alto. Devia ir novamente para a praia, talvez conversar com as ondas do mar.
Mas o vestido estava ali no estendal ainda meio assustado e sem saber o que fazer. Entretanto, uma mão pegou nele e ouviu-se uma voz muito alegre:
- Mamã! Tenho um vestido novo! Que bom!
Foi a D. Primavera que me ofereceu. De certeza que foi!
Se foi a Primavera, ou a gaivota ou a sorte, nós não sabemos. Sabe-se que aquela menina tinha pouca roupa e precisava de um vestido novo. Ela nunca mais o deixou. Era o seu vestido preferido.
Com aquela menina, o vestido e as joaninhas continuaram a viver uma bela aventura mas… contamos isso numa outra altura!

O verdadeiro herói!

Hoje, aqui e agora as duas últimas histórias do nosso Projecto Curricular de Turma. Directamente do Reino das Cerejinhas...a história do "famoso" Lopes!
Ah! E já agora um beijito especial com "sabor a cerejinha" para a Sofia e para toda a sua família. São todos muito simpáticos.

Sofia

Nome do brinquedo: LOPES

LOPES – O VERDADEIRO HERÓI

Era uma vez um cãozinho chamado Lopes.
Habitava numa aldeia calma e saudável com muitas árvores e flores, chamada Aldeia Cãezinhos Brancos. A sua casa ficava na Rua dos Heróis.
Estava a chegar o fim-de-semana e o Lopes estava à espera de uma visita muito especial. Estava à espera da sua mãe, que ainda não conhecia a nova casa do filho.
Quando a mãe chegou, gostou muito da casa do Lopes e este fez questão de lhe apresentar também toda a aldeia.
Nessa aldeia havia um pequeno rio, onde todos os habitantes costumavam apanhar sol, sobretudo ao fim de semana. Assim o Lopes e a sua mãe foram também lá apanhar sol e descansar. Estava um dia muito bonito e no pequeno rio haviam muitos peixinhos vermelhinhos. Um rapazinho de sete anitos, estava debruçado na margem do rio para vê-los e escorregou caindo à água. Como não sabia nadar gritou:
- Socorro! Salvem-me!
A sua mãe e o seu pai estavam muito aflitos sem saber o que fazer para salvar o filho.
Então o Lopes, sem perder tempo, atirou-se à águia e salvou o rapaz. Foi muito rápido e valente!
A família da criança ficou muito agradecida e disse:
- Tu és um verdadeiro herói! Salvaste o nosso filho. Vamos dar-te um prémio.
O Lopes disse imediatamente:
- Nada disso! Não é preciso. Eu só fiz o que tinha de ser feito!
Mas a família do rapaz foi até à ourivesaria mais próxima e comprou uma medalha em ouro, em forma de estrela. No centro colocaram a foto do rapaz. Mais tarde levaram-na ao Lopes. O Lopes não era muito vaidoso mas gostou do presente. Estava original! Ele ficou muito contente e agradeceu com uma quadra:

Eu devo ser mesmo especial
Para receber uma medalha em ouro
Vou guardá-la para sempre
Porque é o meu tesouro!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Artistas e criadores




Grandes artistas!
Eis algumas "obras de arte".
Beijito especial com "Sabor a Cerejinha" para estes criadores.

Não é para esquecer!

Quando estudamos o corpo humano também falamos da importância da higiene. Este é apenas um exemplo dos nossos trabalhos sobre o tema.


Para ver e relembrar!

Esta maquete é a representação de uma paisagem natural. A partir dela estudamos os três estados da água na natureza.Foi interessante criá-la e ver a sua concretização.


A aventura de Leonor

Esta história está muito engraçada! Nela estão envolvidas diferentes personagens pertencentes a outras histórias já apresentadas no nosso blogue. Boa leitura!

Rute
Nome do brinquedo: BONECA LEONOR

A AVENTURA DE LEONOR

Era uma vez uma menina chamada Leonor. Nasceu na Vila dos Encantos, mais concretamente na Rua dos Brilhantes, nº 215.
Costumava passear na sua carroça, puxada por dois belos cavalos brancos. Usava vestidos de princesa e o cabelo solto com dois ganchinhos.
Um dis, Leonor foi passear pelo campo e deixou ficar a carroça com os cavalos na estrada enquanto andava atrás das borboletas. Quando regressou, os cavalos tinham fugido.
Leonor ficou muito assustada e triste:
- E agora? O que vou fazer?
Como vou regressar a casa?! E porque será que os meus cavalos fugiram?
No mesmo momento apareceu um canário, muito amarelinho, que lhe disse:
- Leonor! Os teus cavalos foram muito apressados assistir à corrida do Spirit e do Pintas.
- Não pode ser! Eles não me disseram nada! – disse a Leonor
O canário explicou:
- Claro que não! Não tiveram tempo. O Faísca passou por aqui e disse-lhes que, tinham apenas cinco minutos para chegar a tempo da partida.
Leonor continuou:
- E agora! Sem cavalos, não posso levar a carroça.
E assim ficaram os dois a conversar e a tentar arranjar uma solução. Entretanto, Pluto regressava da caça e viu Leonor e o canário com uma cara muito séria e perguntou:
- Olá amigos! O que se passa? Estão tão sérios!
A Leonor explicou o que se estava a passar e o Pluto, ofereceu-se para puxar a carroça. E consegui! Ele é forte!
Leonor ía em cima da carroça e o canário estava a esvoaçar mesmo em frente dos seus olhos. A certa altura, Leonor disse:
- Sai da minha frente! Eu quero ver.
O canário pediu desculpa e foi poisar em cima das orelhas do Pluto.
O Pluto gritou:
- Sai daí! Tapas a minha visão e ainda temos um acidente!
O canário, então, voou alto e, lá de cima do céu viu a boneca Mariana a descer até ao jardim, em cima de uma nuvem.
Entretanto, Pluto chegou a casa de Leonor. Também, a corrida dos cavalos tinha terminado.
Os cavalos de Leonor foram ao campo mas ela não estava lá. Então, foram para casa e encontraram a carroça e o Pluto com a Leonor e o canário. Estavam a fazer um delicioso lanche.
Os cavalos ficaram na cavalariça, de castigo, porque não avisaram a Leonor e ele não gostou.
Já ao anoitecer, o Pluto foi embora e encontrou uma moeda. Como sabia que o Bobi cão andava a juntar economias foi levá-la. O bobi cão ficou muito agradecido.
E assim terminou o dia destas personagens. Foi um dia agitado mas muito, muito engraçado!

À beira mar.

A todos boas férias! Um beijinho muito especial com cheirinho a maresia!


Salete Varzim
Nome do Brinquedo: BONECO PIPINHO

À BEIRA MAR

Era uma vez o boneco Pipinho que vivia numa casinha amarela, muito pequenina, feita à sua medida.
Estava situada junto à praia, na cidade dos Búzios, na Rua dos Peixinhos Encarnados, nº 4.
Hoje de manhã, Pipinho acordou bem cedo disposto a passear pela praia. E ase assim pensou, assim o fez. Quando chegou junto à água e aos rochedos, Pipinho encontrou uma estrela do mar fora da água e ajudou-a levando-a até a uma poça de água bem grande.
Entretanto, começou a chover muito e Pipinho ficou com frio. Assim, resolveu voltar para casa e até pensou acender a lareira.
Porém, quando estava a caminhar viu um gato perdido que não tinha onde morar. Estava com frio e abrigado debaixo de uma telha partida. Pipinho levou-o para casa, cuidou dele e colocou-o num cestinho muito confortável, bem aconchegado com um cobertor de lã. Ficaram muito amigos e agora costumam passear juntos na praia.
Um dia, Pipinho e o seu gato foram passear para os rochedos. O gatinho estava com medo pois não gostava muito da água.
E, na verdade, ele tinha razão porque surgiu uma onda muito forte e molhou-o todo.
Apanhou um grande susto! Mas Pipinho não o largou e assim o gato sentiu-se seguro. Porém, sem querer, tinha bebido um pouco de água salgada e não tinha gostado nada! Então disse:
- Ai! Que fraco! Detesto água com sal.
Pipinho sorriu e disse-lhe:
- Medricas! Tens medo de tudo! Anda vamos tomar um banho de água doce muito morninha.
Tomaram um banho e deitaram-se a dormir. Pipinho na sua cama deitado e o gato, no cestinho, muito, muito quentinho!
Pipinho ressonava e o gatinho ronronava. Quem ouvia aqueles dois até se divertia pois, o seu sono era uma verdadeira sinfonia!